Este blogue foi criado para interagir com os meus alunos do 6º2, 6º3, 6º4 e 6º9 - Ano lectivo 2007/2008
Terça-feira, 6 de Novembro de 2007
O trompete

Também não tinha  introduzido a foto do trompete. Já há pesquisa neste blogue sobre este instrumento.

 

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publicado por alvim às 18:28
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7 comentários:
De maria 6º4 nº28 a 7 de Novembro de 2007 às 14:04
Os primeiros trompetes eram feitos de um tubo de cana, bambu, madeira ou osso e até conchas, e só mais tarde se fizeram de metal. Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egipto) que são nitidamente cónicos. Os mais primitivos eram usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos. A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usados sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitos de latão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos actuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece actualmente. Até fins da Renascença predomina ainda o trompete natural, ou trombeta natural (aquela que produz os harmónico naturais). As trombetas menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar várias trombetas em conjunto, cada uma delas usar só os harmónicos de uma determinada zona. Durante o período Barroco os trombetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmónico. A trombeta natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete actual. O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do séc. XVIII. A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmónicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo os trompetes de varas. Existe em Berlim uma trombeta de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terceira. Vários instrumentos, hoje obsoletos, foram construídos como resultado de invenções e tentativas, até ao aparecimento dos pistões em 1815. Surge então uma nova era, não só para o trompete como também para outros metais


De alvim a 7 de Novembro de 2007 às 19:30
Maria, andas a trabalhar muito:) Vou ver se consigo colocar aqui um vídeo com uma interpretação no trompete. Também ando a aprender como se fazem estas coisas. Já vos contei, não é?


De filipe a 7 de Novembro de 2007 às 16:27
Filipe Silva Nº11 T:6º4
O trompete (ou trompeta) é um aerofone da família dos metais, caracterizada por instrumentos de bocal, geralmente fabricados de metal. É também conhecido no Brasil como pistão (por metonímia). Quem toca o trompete é chamado de trompetista.

O trompete é um tubo de metal, com um bocal no início e uma campânula no fim. A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistos. Além dos pistos, as notas são controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.

O trompete é utilizado em diversos géneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica e no jazz. Em estilos mais acelerados, como o ska e latinos como o mambo e a salsa.



De alvim a 7 de Novembro de 2007 às 19:31
Olá Filipe! Que bom que vieste até aqui. Estava à tua espera. Gostei do teu trabalho. Volta sempre!


De Margarida a 7 de Novembro de 2007 às 17:43
ola professora!!!!!!!!!!!!!!!
a varias trompetes que são: é um aerofone da família dos metais, caracterizada por instrumentos de bocal, geralmente fabricados de metal. É também conhecido no Brasil como pistão (por metonímia). Quem toca o trompete é chamado de trompetista.
O trompete é um tubo de metal, com um bocal no início e uma campânula no fim. A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistos. Além dos pistos, as notas são controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.
O trompete é utilizado em diversos géneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica e no jazz. Em estilos mais acelerados, como o ska e latinos como o mambo e a salsa.
Os primeiros trompetes eram feitos de um tubo de cana, bambu, madeira ou osso e até conchas, e só mais tarde se fizeram de metal. Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egipto) que são nitidamente cónicos. Os mais primitivos eram usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos. A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usados sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitos de latão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos actuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece actualmente. Até fins da Renascença predomina ainda o trompete natural, ou trombeta natural (aquela que produz os harmónico naturais). As trombetas menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar várias trombetas em conjunto, cada uma delas usar só os harmónicos de uma determinada zona. Durante o período Barroco os trombetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmónico. A trombeta natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete actual. O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do séc. XVIII. A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmónicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo os trompetes de varas. Existe em Berlim uma trombeta de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terceira.


De alvim a 7 de Novembro de 2007 às 19:35
Olá Margarida! Não há dúvida que o trompete é um instrumento muito interessante e com um som muito bonito. Andas a desenvolver o gosto pela pesquisa e isso é muito bom. Bom trabalho!


De Margarida a 7 de Novembro de 2007 às 17:47
professora esqueci-me de lhe dizer que o comentário da trompete e a margarida Tavares 6º4 nº19


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